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	<title>Rascunhos Cult</title>
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		<title>Encontro de pessoas invisíveis reflete capital</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 01:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Pessoas que percorrem as ruas de Brasília em direção a rodoviária conseguem visualizar cenas de descaso social A cerca de dois quilômetros do Congresso, ponto turístico e símbolo das tomadas de decisão da capital brasileira, existe outra vertente da cidade, a rodoviária. O que para alguns é lugar de embarque e desembarque, para outros é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=290&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pessoas que percorrem as ruas de Brasília em direção a rodoviária conseguem visualizar cenas de descaso social</em></p>
<p>A cerca de dois quilômetros do Congresso, ponto turístico e símbolo das tomadas de decisão da capital brasileira, existe outra vertente da cidade, a rodoviária. O que para alguns é lugar de embarque e desembarque, para outros é local de moradia e trabalho. Esse pode ser considerado um caso corriqueiro de imigrantes brasileiros vindos de toda parte, que vem para Brasília na busca de um futuro melhor e acabam por se desiludir. A proximidade entre as duas construções que seguem a fluidez da arquitetura da cidade possibilitam reflexão sobre as escolhas feitas pelas mãos de representantes da população e a situação em que ela vive.<span id="more-290"></span></p>
<p>A rodoviária está na linha de visão do Congresso. E atrás dela há a torre de televisão e, agora a fonte da cidade. O brasiliense Rafael Salmona passa pela rodoviária como vários moradores da cidade e acredita que há um contraste entre os dois locais. “Você vê pessoas em situação de miséria [na rodoviária]”, afirma.</p>
<p>Salmona traça uma comparação entre a Casa Grande &amp; Senzala, obra de Gilberto Freyre, em que o Congresso é o primeiro e a rodoviária o segundo. Para ele, as pessoas na rodoviária – muitos trabalhadores – não recebem a remuneração adequada por impostos pagos para o governo no intuito de garantir parte do orçamento para propostas políticas.</p>
<p>A Brasília de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer parece muito bem ter sido desenhada para esconder as nuances sociais dos olhos turistas. De acordo com o jornalista e músico independente Eduardo Fernandes, o Congresso representa aquilo que as pessoas de fora da cidade vêem quando imaginam a capital – simboliza o poder, o dinheiro, as alianças partidárias. E a rodoviária é a verdadeira Brasília, onde um funcionário público divide a fila do ônibus com a empregada doméstica.</p>
<p>“É lá [na rodoviária] que fica nítida a cara da capital, mas não serve como ponto turístico”, fala o estudante Felipe Domingues. Segundo ele, o Congresso é um reflexo da desmoralização do país e a rodoviária uma conseqüência disso. “É o retrato do nosso país onde o que há de pior e melhor se encontram”, diz. O estudante acredita que o local é uma versão brasiliense dos redutos embaixo da ponte.</p>
<p>Na rodoviária é possível reconhecer o rosto de pessoas invisíveis para o Estado, que vivem em uma realidade distante dos moradores do Distrito Federal, em grande maioria funcionários públicos ou concursandos. Passear pelo entorno é ver outra realidade em apenas 20 minutos fora de Brasília. A rodoviária, para o estudante Felipe Domingues, é a cicatriz da cidade, onde se revelam todas as inconstâncias sociais e onde a representação política parece estar cada vez mais distante.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinematimes.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinematimes.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinematimes.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinematimes.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinematimes.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinematimes.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinematimes.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinematimes.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinematimes.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinematimes.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinematimes.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinematimes.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinematimes.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinematimes.wordpress.com/290/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=290&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O princípio do fim chega perfeito</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 23:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<description><![CDATA[A parte I do final de “Harry Potter – e as Relíquias da Morte” retrata, como em todas as guerras, os ânimos dos personagens que se conciliam de acordo com o estranhamento da situação. As relações são moldadas mais do que nunca a partir da confiança. E entre tantos momentos dramáticos as piadas marcam espaço [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=280&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A parte I do final de “Harry Potter – e as Relíquias d<span style="color:#000000;">a Morte</span>” retrata, como em todas as guerras, os ânimos dos personagens que se conciliam de acordo com o estranhamento da situação. As relações são moldadas mais do que nunca a partir da confiança. E entre tantos momentos dramáticos as piadas marcam espaço como parte importante do enredo. A quebra de momentos que, por vezes, podem levar ao choro com cenas típicas do humor inteligente e sarcástico transmite a sensação de inconstância de sentimentos em um momento de guerra.</p>
<p><a href="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/11/harry-potter-7-deathly-hallows.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-284" title="Harry-Potter-7-Deathly-Hallows" src="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/11/harry-potter-7-deathly-hallows.jpg?w=600&#038;h=401" alt="" width="600" height="401" /></a></p>
<p><a href="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/11/harry-potter-deathly-hallows-7-e1282042487712.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-283" title="Harry-Potter-Deathly-Hallows-7-e1282042487712" src="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/11/harry-potter-deathly-hallows-7-e1282042487712.jpg?w=604&#038;h=401" alt="" width="604" height="401" /></a></p>
<p><a href="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/11/harry-potter-deathly-hallows-7-e1282042487712.jpg"></a><span id="more-280"></span></p>
<p>O <a href="http://cultura.updateordie.com/2010/11/16/o-comeco-do-fim-de-uma-era/">filme</a> foi montado sem sutilezas e ao mesmo tempo o corte de uma cena a outra é uma transição que passa a sensação de agilidade, o que se faz necessário, já que as cenas são em grande parte tomadas externas – sem muitos detalhes criados com efeitos especiais, como em Hogwarts. Os três amigos viajam pelas lembranças de Hermione para lugares praticamente desérticos. Enquanto tentam sobreviver para encontrar a solução das charadas que levaram a localização das horcruxes – partes da alma de Voldemort – que devem ser destruídas. A solidão é muito explorada. Assim como as inseguranças de cada um.</p>
<p>A tensão amadurece junto com a interpretação dos atores principais, agora representando adultos. Mas quem se destaca é Rony (Rupert Grint) com uma atuação sóbria, digna de atores ingleses. Talvez nos outros filmes o cenário e os efeitos especiais digam mais do que os personagens inseridos no contexto. Dessa vez as atuações podem muito bem lembrar as de peça de teatro no sentido de destacar com intensidade a expressividade de cada um, o que deixa o cenário em segundo plano como um complemento.</p>
<p>A cena que demonstra o tom que percorrerá o filme é a de Hermione em casa com os pais. Onde ela usa a magia para retirar as lembranças de si mesma como parte da família. Ela vai sendo apagada de todos os porta-retratos espalhados pela casa. Isso conta muito sobre a jornada solitária dos três amigos. O testamento de Alvo Dumbledore é o ponto que remete a jornada do herói de Campbel. A herança deixada por ele beneficia os três e indicam as possíveis situações que virão.</p>
<p><a href="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/11/harry-potter-7-600x450.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-285" title="harry-potter-7-600x450" src="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/11/harry-potter-7-600x450.jpg?w=600&#038;h=450" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p>Fique atento a história dos três irmãos contada em animação. Esse filme talvez até mais que os outros é uma constante trilha de pequenas pistas que levam o espectador a imaginar a continuação final. Cenas de tortura conseguem se equilibrar com a intenção de esperança. A trilha de Alexander Desplat está para este filme como o bem casado em casamentos, o desfecho perfeito para cada uma das cenas fotografadas pelo diretor, David Yates.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinematimes.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinematimes.wordpress.com/280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinematimes.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinematimes.wordpress.com/280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinematimes.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinematimes.wordpress.com/280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinematimes.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinematimes.wordpress.com/280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinematimes.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinematimes.wordpress.com/280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinematimes.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinematimes.wordpress.com/280/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinematimes.wordpress.com/280/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinematimes.wordpress.com/280/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=280&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Sonho de cultura</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Nov 2010 21:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
		
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O sonho liberal do homem culto realmente não passa de um sonho. Entende-se por cultura a capacidade que o indivíduo possui de usar a complexidade de sua personalidade para reproduzir a sociedade nele mesmo e, com isso, desenvolver a partir de si o vínculo moral que a sustenta.&#8221;</p>
<p>Dietrich Schwanitz, em Cultura Geral</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinematimes.wordpress.com/277/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinematimes.wordpress.com/277/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinematimes.wordpress.com/277/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinematimes.wordpress.com/277/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinematimes.wordpress.com/277/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinematimes.wordpress.com/277/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinematimes.wordpress.com/277/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinematimes.wordpress.com/277/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinematimes.wordpress.com/277/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinematimes.wordpress.com/277/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinematimes.wordpress.com/277/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinematimes.wordpress.com/277/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinematimes.wordpress.com/277/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinematimes.wordpress.com/277/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=277&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Citação</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Nov 2010 21:29:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Mesmo nossa própria dor não é tao pesada quanto a dor co-sentida com outro, por outro, no lugar do outro, multiplicada pela imaginação, prolongada por centenas de ecos&#8221; Milan Kundera (A Insustentável Levaza do Ser)<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=275&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mesmo nossa própria dor não é tao pesada quanto a dor co-sentida com outro, por outro, no lugar do outro, multiplicada pela imaginação, prolongada por centenas de ecos&#8221;</p>
<p>Milan Kundera (A Insustentável Levaza do Ser)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinematimes.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinematimes.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinematimes.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinematimes.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinematimes.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinematimes.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinematimes.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinematimes.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinematimes.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinematimes.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinematimes.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinematimes.wordpress.com/275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinematimes.wordpress.com/275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinematimes.wordpress.com/275/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=275&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Olhar Furtado</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 03:54:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cartier Bresson]]></category>
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		<description><![CDATA[Pra mim uma das melhores experiências com a máquina fotográfica é notar o olhar de alguém enquanto você tira uma foto. É como se fosse possível roubar um momento íntimo e indecifrável e, ao mesmo tempo, a câmera pudesse ler o que aquele olhar está dizendo, com facilidade. Às vezes, é preciso selecionar o que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=260&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/11/henri-cartier-bresson13.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-264" title="Henri Cartier-Bresson" src="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/11/henri-cartier-bresson13.jpg?w=400&#038;h=612" alt="" width="400" height="612" /></a></p>
<p>Pra mim uma das melhores experiências com a máquina fotográfica é notar o olhar de alguém enquanto você tira uma foto. É como se fosse possível roubar um momento íntimo e indecifrável e, ao mesmo tempo, a câmera pudesse ler o que aquele olhar está dizendo, com facilidade.</p>
<p>Às vezes, é preciso selecionar o que é interessante estar em evidência, mas nem sempre o que é nítido se torna o foco de atenção. A luz é primordial na fotografia. Talvez por isso as fotos tenham algo de mágico por trás delas, porque com luminosidade é possível enxergar melhor, mesmo quando a cena não tem muita nitidez.<span id="more-260"></span></p>
<p>É preciso pensar na composição da foto para observar uma cena e saber qual o melhor ângulo para usufruir da luz e o que pode ser enfatizado em função da história a ser contada. Isso requer um treinamento do olhar. É antever o instante decisivo e ser capaz de guardar um momento único. Já que, é impossível recriar a mesma cena com precisão.</p>
<p>Uma coisa que ajuda muito no exercício de pensar a foto é usar a folha de papel recortada como se formasse a moldura de uma fotografia. Isso causa uma sensação estranha. Porque você assiste a uma cena e não tem a máquina para registrá-la. Os instantes fugidos como Cartier-Bresson chama são a representação de uma realidade em constante movimento e, por isso, mutação. No entanto, existem cenas que permanecem na nossa mente com mais significado do que a máquina poderia capturar.</p>
<p>Acredito que o mais importante, tanto para escrever quanto para fotografar, seja descobrir e compreender a história que deve ser contada. Antes de ter uma noção sobre fotografia era simples tirar fotos que não tinham sentido algum a não ser clicar num botão para depois mostrar como tinha sido uma reunião familiar. Agora, tudo é mais complexo. Tornou-se necessário ter um motivo para retirar daquele centro de interesse uma fração de segundo que tenha representatividade e expresse algo.</p>
<p>Depois de tirar fotos pude perceber que tenho a vontade quase que inconsciente de me aproximar das coisas que quero mostrar. O zoom é quase uma mania. Embora ainda me falte técnica, sinto uma necessidade instantânea de brincar com meu olhar. De trazer à tona aquilo que nem mesmo eu pude ver a princípio. De buscar um diferencial no que pode ser considerado banal.</p>
<p>Talvez Bresson esteja certo ao afirmar que escrever é mais fácil do que fotografar. “O escritor tem o tempo de refletir antes que a palavra se forme, antes de deitá-la sobre o papel”, afirma ele. A impressão que tenho é que palavras têm sinônimos e podem ser utilizadas de várias formas, mas as fotos são um recorte sem volta. Não dá pra mudar aquilo, a não ser que use ferramentas de edição. E o que torna o instante decisivo é a essência do momento que deve ser capturada, não transformada.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinematimes.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinematimes.wordpress.com/260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinematimes.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinematimes.wordpress.com/260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinematimes.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinematimes.wordpress.com/260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinematimes.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinematimes.wordpress.com/260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinematimes.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinematimes.wordpress.com/260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinematimes.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinematimes.wordpress.com/260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinematimes.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinematimes.wordpress.com/260/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=260&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Vida que não foi</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 03:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Mario Llosa]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;A ficção encobre uma verdade profunda: ela é a vida que não foi&#8221;. É assim que Mario Llosa define, em seu livro Cartas a um jovem escritor, a ficção. Para ele, a rebeldia e a insatisfação com a realidade levam o escritor a formular e imaginar situações e personagens. Isso é uma forma de mudar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=253&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A ficção encobre uma verdade profunda: ela é a vida que não foi&#8221;. É assim que Mario Llosa define, em seu livro Cartas a um jovem escritor, a ficção. Para ele, a rebeldia e a insatisfação com a realidade levam o escritor a formular e imaginar situações e personagens. Isso é uma forma de mudar o que se vê. Ou talvez mostrar o que é visto ou almejado a partir da perspectiva de cada um.</p>
<p>Llosa diz que a inclinação por fantasiar coisas é o ponto de partida para a vocação literária. Depois de descoberta essa tendência a escrita passa a ser uma necessidade instigada pela solitária. O parasita se apossa de seu interior e tudo que você pode fazer é alimentá-lo. Todos os movimentos, os olhares, os pensamentos são para compensar o vazio habitado agora por um ser faminto.</p>
<p>Engraçado pensar nessa parábola. Mal terminei de ler o primeiro capítulo do livro e senti o impulso de escrever algumas linhas singelas sobre o que li. É como a citação de Flaubert: &#8220;Escrever é uma maneira de viver&#8221;. É possível experimentar e transformar tudo o que você quiser com o movimento da caneta, ou dos dedos que estão treinados para encontrar as letrinhas dispostas no teclado.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinematimes.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinematimes.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinematimes.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinematimes.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinematimes.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinematimes.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinematimes.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinematimes.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinematimes.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinematimes.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinematimes.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinematimes.wordpress.com/253/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinematimes.wordpress.com/253/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinematimes.wordpress.com/253/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=253&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Gabi</media:title>
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		<title>Um homem e uma mulher – Divergências de um casal</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 21:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livro de cabeceira]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Lembranças]]></category>
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		<category><![CDATA[Passado]]></category>

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		<description><![CDATA[Parecia se tratar de um dia comum. Na cidade, todos os habitantes pareciam estar à caminho de seu destino, assim como Beto. No entanto, havia algo de dissidente nos momentos relacionados à sua trajetória. Mal sabia ele que sua visão de mundo estava por se converter, dissipando a imagem que carregava durante tantos anos e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=249&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parecia se tratar de um dia comum. Na cidade, todos os habitantes pareciam estar à caminho de seu destino, assim como Beto. No entanto, havia algo de dissidente nos momentos relacionados à sua trajetória.</p>
<p>Mal sabia ele que sua visão de mundo estava por se converter, dissipando a imagem que carregava durante tantos anos e cerceava os caminhos de seus pensamentos, dando espaço a um espectro de luz, tornando-o livre, longe das amarras de um bom garoto.</p>
<p>O passado havia deixado marcas indeléveis em sua mente e coração, mas ao vê-la na estação teve certeza de que tinha valido a pena. <span id="more-249"></span></p>
<p>Todos os sentimentos antes resguardados vieram à tona no momento em que seus olhares se cruzaram. Ambos sentiram o frio e a solidão se esvaírem de suas almas errantes.</p>
<p>E nesse espaço de tempo Beto voltou ao passado, relembrando todos os acontecimentos de sua vida até aquele momento. Todos aqueles devaneios, amizades superficiais e futilidades com as quais crescera. E que fizeram dele um garoto cético em relação à humanidade.</p>
<p>Sua formação foi baseada nas aparências. Sua visão de mundo havia sido formada a partir de uma redoma de vidro, onde somente as aparências significavam algo. O que para ele, era a aparência de um bom garoto.</p>
<p>Em seu mundo, a denominação que lhe cabia significava ser gentil, educado, praticar diferentes tipos de esporte e ser um bom estudante.</p>
<p>Ele sempre se sentiu impelido a interpretar esse papel na sociedade. Até o momento em que conheceu Isabela. Para ele foi como se ela representasse um fôlego revigorante após uma longa caminhada.</p>
<p>Tudo parecia muito fácil para ela. As ideologias, expectativas que ela possuía eram parte dos valores que ele desconhecia. Isabela era tudo aquilo que ele não fora.</p>
<p>Sua vivacidade penetrava por seus poros, deixando-o confuso e desarmado. Os dias passavam como se fossem horas. Diálogos sobre política, sociedade, passado e futuro eram cenários para os sentimentos que se misturavam em meio à realidade, onde o que importava era estar ao seu lado.</p>
<p>Ironicamente, a diferença que um dia o aproximou, agora impulsionava-o a afastar-se aos poucos. Por sentir-se de certa forma deslocado e até mesmo desconfortável com a forma divergente de compreender as coisas. Desejando estar com alguém mais fácil de conviver e se relacionar. Alguém de seu mundo.</p>
<p>Foi então que, passado algum tempo, a separação foi inevitável. Cada qual tomou um caminho distinto que os distanciava de uma vida juntos. E com um gesto simples, ajeitando os fios de cabelo que caíam sob seu rosto e um beijo ela despediu-se carinhosamente. Como quem dava adeus ao melhor capitulo de sua vida.</p>
<p>Ao retornar de suas lembranças, sentiu uma vontade súbita de ir até ela. Mas já não havia mais espaço para novas tentativas. Ambos sabiam que um amor como este não ocorre duas vezes, mas que era necessário aceitar a realidade. Que suas diferenças foram a principal razão  para tudo que houve entre eles, a paixão e a separação.</p>
<p>Então, ao invés de ir até ela, apenas deu um sorriso tenro de saudade, sabendo que ela era a razão de sua mudança, ele agora conhecia um pouco mais sobre a humanidade e tinha certeza de que um dia encontraria alguém que pudesse compreendê-lo, mais facilmente.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinematimes.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinematimes.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinematimes.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinematimes.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinematimes.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinematimes.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinematimes.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinematimes.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinematimes.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinematimes.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinematimes.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinematimes.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinematimes.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinematimes.wordpress.com/249/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=249&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Sapatilhas e música clássica são atrativos para curso adulto</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 18:52:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Lucia Toller]]></category>
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		<description><![CDATA[Atividade física relacionada à feminilidade e delicadeza a arte de manter-se na ponta dos pés consegue atrair pessoas de todas as idades Desenhar figuras e contar histórias com o movimento das mãos e do corpo é algo a ser desenvolvido na aula de balé. Essa atividade deixou de ser apenas para criança e é praticada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=237&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><em>Atividade física relacionada à feminilidade e delicadeza a arte de manter-se na ponta dos pés consegue atrair pessoas de todas as idades</em></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">Desenhar figuras e contar histórias com o movimento das mãos e do corpo é algo a ser desenvolvido na aula de balé. Essa atividade deixou de ser apenas para criança e é praticada por adultos iniciantes em diferentes academias de dança. O Studio de Dança Regina Maura foi precursor na implantação de aulas para adultos. Diretora e maître coreógrafa, Regina Maura e a filha Monica, criaram um método exclusivo para mulheres com mais de 45 anos. A intenção é prezar por uma técnica forte aliada ao prazer e compreensão dos benefícios que a atividade traz.</p>
<div id="attachment_243" class="wp-caption aligncenter" style="width: 240px"><a href="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/08/foto-noticia-1.jpg"><img class="size-full wp-image-243" title="foto noticia 1" src="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/08/foto-noticia-1.jpg?w=230&#038;h=135" alt="" width="230" height="135" /></a><p class="wp-caption-text">Adultos com mais de 45 anos também podem praticar essa arte secular ao acompanhar o ritmo da música clássica</p></div>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-237"></span>A ideia do curso surgiu, há dez anos, pelo interesse da avó de uma aluna de balé em praticar a atividade. Ao descobrir que não haviam cursos na cidade ela propôs ao Studio de Dança que abrisse uma turma.  “O curso é denominado melhor idade, por ser a idade em que você pode optar pelo que é melhor e mais prazeroso de fazer. Poder você mesmo conciliar seus horários para dar tempo de se dedicar àquilo que mais gosta”, disse Regina Maura.</p>
<p style="text-align:justify;">Os benefícios aparentes são a melhoria na postura, no humor, na disposição para outros exercícios e até no modo de se vestir. Há casos de recomendação médica para continuidade do curso na melhor idade. “Eu gostava muito de música clássica, então todas as vezes que eu ouvia as músicas, óperas, assim&#8230; eu ficava dançando na minha cabeça”, conta Márcia Lima, 64 anos, que há sete faz balé no Studio Regina Maura. Há dois anos usa sapatilhas de ponta – no nível avançado e participa de apresentações.</p>
<p style="text-align:justify;">“Às vezes é o sonho da mãe fazer balét, não da criança e a mãe em vez de vir fazer balé manda a criança vir, por que ela não vem também?”, questiona Monica “É para quebrar um pouco esse preconceito de que passou dos 30 anos só pode ir pra academia malhar”, critica ela.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com Monica as alunas da melhor idade entram senhoras e saem garotas porque eleva a auto-estima, e é preciso um autoconhecimento ao olhar-se no espelho. Isso faz a aluna mudar a forma de se encarar. “Essas turmas dão um prazer enorme”, afirma Regina Maura. A professora do curso para adultos da academia Lucia Toller, Graziela Bastos, diz que o balé codifica o que é bonito no corpo. Segundo ela, a musculatura do adulto é mais demorada, e é preciso encarar a atividade como um hobbie na hora de ensinar, sem muita cobrança.</p>
<p style="text-align:justify;">Liana Januzzi, 28 anos participou da aula experimental na academia Lucia Toller, e por uma hora não chegou a notar a música que vinha das outras salas. Ela diz que só conseguia pensar em acompanhar as instruções da professora. De acordo com Liana, o fato de sempre ter sido meio moleca a fez procurar no balé a delicadeza de movimentos mais femininos e uma postura melhor.</p>
<p style="text-align:justify;">A coordenadora do ensino médio do Colégio Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Valéria Diniz, 35 anos, confessou que sente vergonha de praticar balé com meninas mais jovens e se sente à vontade com pessoas que estão na mesma condição física, com as mesmas dificuldades.<a href="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/08/hpim3650.jpg"><br />
</a><a href="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/08/hpim3629.jpg"><br />
</a></p>
<div id="attachment_245" class="wp-caption aligncenter" style="width: 240px"><a href="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/08/foto-noticia-2.jpg"><img class="size-full wp-image-245" title="foto noticia 2" src="http://cinematimes.files.wordpress.com/2010/08/foto-noticia-2.jpg?w=230&#038;h=135" alt="" width="230" height="135" /></a><p class="wp-caption-text">Delicadeza e postura definem a procura por balé clássico para adultos</p></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinematimes.wordpress.com/237/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinematimes.wordpress.com/237/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinematimes.wordpress.com/237/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinematimes.wordpress.com/237/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinematimes.wordpress.com/237/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinematimes.wordpress.com/237/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinematimes.wordpress.com/237/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinematimes.wordpress.com/237/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinematimes.wordpress.com/237/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinematimes.wordpress.com/237/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinematimes.wordpress.com/237/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinematimes.wordpress.com/237/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinematimes.wordpress.com/237/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinematimes.wordpress.com/237/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=237&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">foto noticia 2</media:title>
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		<title>Pilgrim Soul</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 00:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mosaico]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;How many loved your moments of glad grace, And loved your beauty with love false or true, But one man loved the pilgrim soul in you, And loved the sorrows of your changing face&#8221; W. B. Yeats Trecho de poesia declamada no filme de Francis Coppola &#8220;Peggy Sue Got Married&#8221;, numa noite estrelada.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=229&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>&#8220;How   many loved your moments of glad grace,<br />
And loved your beauty with  love false or true,<br />
But one man loved the pilgrim soul in you,<br />
And  loved the sorrows of your changing face&#8221;</em></p></blockquote>
<p><em>W. B. Yeats</em><br />
<em>Trecho de  poesia declamada no filme de Francis Coppola &#8220;Peggy Sue Got Married&#8221;,  numa noite estrelada.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinematimes.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinematimes.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinematimes.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinematimes.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinematimes.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinematimes.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinematimes.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinematimes.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinematimes.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinematimes.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinematimes.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinematimes.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinematimes.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinematimes.wordpress.com/229/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=229&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Gabi</media:title>
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		<title>Guardador de Rebanhos</title>
		<link>http://cinematimes.wordpress.com/2010/07/02/citacao/</link>
		<comments>http://cinematimes.wordpress.com/2010/07/02/citacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 00:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mosaico]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Creio no mundo como num malmequer, Porque o vejo. Mas não penso nele Porque pensar é não compreender&#8230; O Mundo não se fez para pensarmos nele (Pensar é estar doente dos olhos) Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo&#8230; Eu não tenho filosofia; tenho sentidos&#8230; Se falo na Natureza não é porque saiba [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=225&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Creio no mundo como num malmequer,<br />
Porque o vejo. Mas não penso nele<br />
Porque pensar é não compreender&#8230;</p>
<p>O Mundo não se fez para pensarmos nele<br />
(Pensar é estar doente dos olhos)<br />
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo&#8230;</p>
<p>Eu não tenho filosofia; tenho sentidos&#8230;<br />
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,<br />
Mas porque a amo, e amo-a por isso<br />
Porque quem ama nunca sabe o que ama<br />
Nem sabe por que ama, nem o que é amar&#8230;</p>
<p>Amar é a eterna inocência,</p>
<p>E a única inocência não pensar&#8230;&#8221;</p></blockquote>
<p>Alberto Caeiro</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cinematimes.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cinematimes.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cinematimes.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cinematimes.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cinematimes.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cinematimes.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cinematimes.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cinematimes.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cinematimes.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cinematimes.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cinematimes.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cinematimes.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cinematimes.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cinematimes.wordpress.com/225/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cinematimes.wordpress.com&amp;blog=6098951&amp;post=225&amp;subd=cinematimes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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